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Pré-adolescendo na década de 90

Dizem que ter uma empresa é como ter um filho. E é. Planejar, conceber a ideia, projetar, criar e dar vida a uma marca é como ser pai, rs.

Se você é pai ou mãe já passou ou com certeza vai passar por essa fase em que se inicia o crescimento deles: um período difícil em que não se é nem criança, nem jovem, mas a mente fica um turbilhão.

A ABE passou por isso no meio do furacão de mais inconstâncias econômicas. Novos planos, novas fórmulas, novo jeito de se pronunciar. 

O Brasil já tinha quase 490 anos, mas ainda passava por muita dificuldade de se estruturar economicamente e politicamente, e no meio dessas incertezas, lá estávamos nós de olho nos fatos e servindo aos nossos clientes com muita inteireza, pois com tanta mudança de cenário, tanto o crédito quanto a administração de contas fica mesmo muito difícil.

Idade de pré-adolescente, mas agilidade e firmeza de adulto. Foi assim que passamos pela década de 90 para continuar fazendo frente à concorrência.

Atender bem, tirar dúvidas, acompanhar e assessorar com detalhes, percepção técnica era o mínimo esperado, nós já entregávamos mais, bem mais.

Nossa preocupação já era com o encantamento de nossos clientes, nossos processos precisavam ser inteiros e melhores, e nós conseguimos.

Adotávamos estratégias de relacionamento porque realmente nos importava ver o país crescer e se pudéssemos dar suporte a quem precisava, cumpriríamos nosso papel.

Ainda não havia preocupação com a era digital, as relações ainda eram frente a frente, um a um, e aprendemos muito bem nessa fase.

Dessa década, escolhemos Mamonas Assassinas que com sua trajetória curta, extrapolaram nesse lado humano do brasileiro que tanto nos diferencia do resto do mundo: rir da própria dificuldade e não deixar a peteca cair. A sensibilidade hilariante deles renovava a emoção de muitos de nós, e dessa humanidade da qual gostamos de falar, eles ganharam milhões sem depender de aplicativos mobile.

Quer saber se somos resistentes à tecnologia? Claro que não, ao contrário!

Não teremos dificuldade de percorrer mais uma transição em nossos 40 anos. Sabe por quê? Porque nossa base está nas pessoas. Nossa equipe é escolhida treinada para lidar com pessoas e não somente com números.

Nosso trabalho é ajudar pessoas a entender esses números, e a auxiliar empresas a se manterem ou a escolherem melhores caminhos no meio de dificuldades. Quem faz algo assim, lida quase como um padrinho, pois se a empresa é um filho, o filho dos outros é responsabilidade muito maior, certo?

Nosso próximo papo vai ver sobre entrada no ano 2000, século 21. Fique de olho!

E lá vamos nós para mais um momento contigo de compartilhar nossa história.

Nesses quarenta anos de existência, seria impossível não passar por inúmeras transições e adaptações, caso contrário, não teríamos sobrevivido.

Voltamos a citar aqui a coincidência de falarmos tanto de Revolução 4.0, ou seja, a 4ª revolução tecnológica e industrial do mundo enquanto comemoramos esses 4.0 de vida, rs.

Hoje vamos valorizar essas mudanças econômicas que o Brasil passou enquanto a empresa nascia no finalzinho da década de 80.

Nosso trabalho é auxiliar as empresas ajustando avaliações de crédito e negociando entre as partes uma condição favorável de pagamento, prazo porque isso tem tudo a ver com o risco de ambos se prejudicarem pelo não cumprimento de acordos de compra.

Imaginem isso em 1979!

Se você não é dessa época, saiba que a música: “O bêbado e a equilibrista” de Elis Regina é desse ano em que nosso país vivia a expectativa pela abertura política e o povo elegeria seus governantes pela primeira vez. Michael Jackson lançou seu hit adulto: “Don’t stop’til you get enough” e alguns artistas brasileiros conquistaram o direito de gravarem superproduções fora do Brasil.

Até 1985 o Brasil passava por necessidade de pesquisar novas fontes de petróleo, e durante esse período, tivemos que recorrer a empréstimos internacionais.

Nós? Nós fomos caminhando durante essa década, passando até 1989, com o plano cruzado, indexação de salários, congelamento de câmbio, inflação de até 20% e nova forma de correção da poupança.

Éh, ser brasileiro é para os fortes. E nós somos. Nascemos nessa época com muito mais história para contar. Durante os anos 80, chegamos aos 10 aninhos, mas já não éramos criança, ao contrário, mostrávamos a firmeza de uma empresa sólida.

Resistimos à primeira década, firmes para olhar um recomeço em 1990, que talvez nem nós mesmos poderíamos imaginar chegar tão longe.

Nossa próxima conversa vai ter um pouco mais de lembranças e canções, acreditamos que relembrar é gostoso e também faz parte da vida.

Se você quiser comentar ou compartilhar conosco algo da sua empresa que aconteceu nessa época, fique a vontade, nosso canal está aberto. 

Então, até a próxima!

Um abraço, Equipe ABE.

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